Quinta da Casa Branca: um oásis em plena capital da Ilha da Madeira

Imagem aérea de uma grande mancha verde de vegetação e um casarão branco no meio, com o mar e prédios ao fundo
A Quinta da Casa Branca, imensa no verde: um oásis com o mar logo ali Bruno Barata/Reprodução

Não tem nada mais a cara da Ilha da Madeira do que vinho e banana. E foi justamente assim que nasceu a Quinta da Casa Branca, imersa num clichê nos idos do século 19: com uma plantação de seis hectares de vinhedos e bananeiras.

Casarão branco de dois andares com as mesas do restaurante na varanda e no gramado, ao anoitecer
A “casa branca”: coração da propriedade desde o século 19 Bruno Barata/Reprodução

Nas mãos da família Leacock (herdeira de um dos precursores no comércio de vinho Madeira com a Inglaterra) até hoje, a propriedade soube transformar seu passado agrícola num oásis – literalmente. E com muita graça.

Flores vermelhas, arbustos e árvores com um gramado e uma construção de vidro ao fundo
Ala moderna do hotel: imersão na natureza Bruno Barata/Reprodução
Construção com varandas amarelas e um gramado de um lado e árvores do outro
Detalhe de uma ala de quartis: varandas que são uma extensão do jardim Bruno Barata/Reprodução

Detalhe: o Funchal cresceu, se espalhou e hoje a antiga “fazenda” está a dois passos do coração da capital. A sensação é a de dormir no campo – com a vantagem de poder fazer tudo a pé e ter o mar logo ali no horizonte.

Mulher com mochila nas costas caminha pelo gramado cercado de árvores onde estão day beds e espreguiçadeiras com pessoas tomando sol
O gramado da piscina recheado de day beds e espreguiçadeiras Bruno Barata/Reprodução
  • A tal casa branca é o coração da quinta. Um palacete imponente de dois andares e ares aristocráticos recheado de salas com tapetes e sofás floridos, belas arcadas e cinco suítes. Fica lá também o restaurante The Dining Room, que espalha mesas e velas pela deliciosa varanda e o gramado nos dias mais quentes. Entre as criações inventivas do chef, reinam os frutos do mar.

    Mesa de café da manhã com prato de frutas, suco vermelho nos copos e cesta de croissants
    O ótimo café da manhã Bruno Barata/Reprodução
    Prato branco com dois camarões e um molho verde na mesa do restaurante
    Entrada do restaurante: foco nos frutos do mar Bruno Barata/Reprodução

    As demais acomodações integram-se com a natureza em um projeto ousado de arquitetura, onde as linhas retas e os vidros são o destaque. As varandas funcionam como uma extensão do jardim, com espreguiçadeiras providenciais.

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    Imagem aérea de uma casa branca cercada de jardins, com uma piscina maior, azul, e uma menor, verde
    A casa branca e suas duas piscinas cercadas de verde Bruno Barata/Reprodução
    Um cacho de bananas verdes pendurado na árvore
    Detalhe das rainhas da propriedade Bruno Barata/Reprodução
  • Caminhar sem rumo pela propriedade é uma delícia – ora é uma fonte que se apresenta, ora bosques e grandes ficus. Chegar ao spa é uma verdadeira aventura botânica (a massagem relaxante é ótima). As day beds do gramado de uma das piscinas são um eterno convite àquele livro que ficou esquecido na cabeceira esperando as férias.

    Imagem aérea de um jardim com uma piscina e um gramado com espreguiçadeiras
    A piscina vista do alto: imersa no verde Bruno Barata/Reprodução
    Mulher nadando em uma piscina cercada de bananeiras
    Uma das piscinas do hotel: ares de editorial de revista francesa Bruno Barata/Reprodução

    Esta piscina, aliás, tem pinta de editorial de moda de revista francesa: verde esmeralda, de cimento, cercada de bananeiras (atualmente, elas ocupam 27 mil metros quadrados da propriedade!). Até tem outra bem maior, kids friendly, com serviço de bar, mas eu nem perdi tempo de ir lá ver. Olhe de novo para a imagem acima e me diga: precisava?

    ANOTE AÍ: As diárias na Quinta da Casa Branca custam desde € 180. Reserve aqui.

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    Foi postado primeiro em viagemeturismo.abril.com.br

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